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O Blog do Clovão
 


"Existe um lugar onde ninguém pode tirar você de mim. Este lugar chama-se pensamento. E nele você me pertence" 

Charles Chaplin




Escrito por Clovão às 13h30
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Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.

Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.

Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não.
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração
.


    Fernando Pessoa
    ..................
Crianças na Chuva!!!



Escrito por Clovão às 17h23
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Você precisa ter sonhos,
para que possa se levantar, todas as vezes que cair.

Acreditar que a toda hora,
acontecerá coisas boas e mudar o rumo da sua vida.

Você precisa ter sonhos grandes e pequenos,
os pequenos, são as felicidades mais rápidas, os grandes, lhe darão força
para suportar o fracasso dos sonhos pequenos.

Você tem que regar os teus sonhos todos os dias, assim como se rega uma planta para que cresça…

Você precisa dizer sempre a você mesmo:
-Vou conseguir! -vou superar! -vou chegar no meu sonho!

Fazendo isso, você estará cultivando sua luz, a luz de sempre ter esperanças,
que nunca poderá se apagar,
pois ela é a imagem que você pode passar
para as outras pessoas,
e através dessa luz que todos vão lhe admirar, acreditar em você e te seguir.

Mire na Lua, pois se você não puder atingi-la,
com certeza irá conhecer grandes estrelas…
ou quem sabe, poder ser uma delas!
caminho

Vilma Galvão




Escrito por Clovão às 20h57
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Wish You Were Here

p>


Queria que Você Estivesse Aqui

Então, então você acha
que consegue distinguir
O céu do inferno
Céus azuis da dor
Você consegue distinguir
um campo verde
de um frio trilho de aço?
Um sorriso de um véu?
Você acha que consegue distinguir?

Fizeram você trocar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Um papel de coadjuvante na guerra
Por um papel principal numa cela?

Como eu queria
Como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre este mesmo velho chão
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui

 



Escrito por Clovão às 15h17
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Navio Negreiro

Castro Alves

 

  I

'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço 
Brinca o luar — dourada borboleta; 
E as vagas após ele correm... cansam 
Como turba de infantes inquieta. 

'Stamos em pleno mar... Do firmamento 
Os astros saltam como espumas de ouro... 
O mar em troca acende as ardentias, 
— Constelações do líquido tesouro... 

'Stamos em pleno mar... Dois infinitos 
Ali se estreitam num abraço insano, 
Azuis, dourados, plácidos, sublimes... 
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?... 

'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas 
Ao quente arfar das virações marinhas, 
Veleiro brigue corre à flor dos mares, 
Como roçam na vaga as andorinhas... 

Donde vem? onde vai?  Das naus errantes 
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço? 
Neste saara os corcéis o pó levantam,  
Galopam, voam, mas não deixam traço. 

Bem feliz quem ali pode nest'hora 
Sentir deste painel a majestade! 
Embaixo — o mar em cima — o firmamento... 
E no mar e no céu — a imensidade! 

Oh! que doce harmonia traz-me a brisa! 
Que música suave ao longe soa! 
Meu Deus! como é sublime um canto ardente 
Pelas vagas sem fim boiando à toa! 

Homens do mar! ó rudes marinheiros, 
Tostados pelo sol dos quatro mundos! 
Crianças que a procela acalentara 
No berço destes pélagos profundos! 

Esperai! esperai! deixai que eu beba 
Esta selvagem, livre poesia 
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa, 
E o vento, que nas cordas assobia... 
.......................................................... 

Por que foges assim, barco ligeiro? 
Por que foges do pávido poeta? 
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira 
Que semelha no mar — doudo cometa! 

Albatroz!  Albatroz! águia do oceano, 
Tu que dormes das nuvens entre as gazas, 
Sacode as penas, Leviathan do espaço, 
Albatroz!  Albatroz! dá-me estas asas. 
 

II

     
Que importa do nauta o berço, 
Donde é filho, qual seu lar? 
Ama a cadência do verso 
Que lhe ensina o velho mar! 
Cantai! que a morte é divina! 
Resvala o brigue à bolina 
Como golfinho veloz. 
Presa ao mastro da mezena 
Saudosa bandeira acena 
As vagas que deixa após. 

Do Espanhol as cantilenas 
Requebradas de langor, 
Lembram as moças morenas, 
As andaluzas em flor! 
Da Itália o filho indolente 
Canta Veneza dormente, 
— Terra de amor e traição, 
Ou do golfo no regaço 
Relembra os versos de Tasso, 
Junto às lavas do vulcão! 

O Inglês — marinheiro frio, 
Que ao nascer no mar se achou, 
(Porque a Inglaterra é um navio, 
Que Deus na Mancha ancorou), 
Rijo entoa pátrias glórias, 
Lembrando, orgulhoso, histórias 
De Nelson e de Aboukir.. . 
O Francês — predestinado — 
Canta os louros do passado 
E os loureiros do porvir! 

Os marinheiros Helenos, 
Que a vaga jônia criou, 
Belos piratas morenos 
Do mar que Ulisses cortou, 
Homens que Fídias talhara, 
Vão cantando em noite clara 
Versos que Homero gemeu ... 
Nautas de todas as plagas, 
Vós sabeis achar nas vagas 
As melodias do céu! ... 
 

III

     
Desce do espaço imenso, ó águia do oceano! 
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano 
Como o teu mergulhar no brigue voador! 
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras! 
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ... 
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror! 
 

IV

      
Era um sonho dantesco... o tombadilho  
Que das luzernas avermelha o brilho. 
Em sangue a se banhar. 
Tinir de ferros... estalar de açoite...  
Legiões de homens negros como a noite, 
Horrendos a dançar... 

Negras mulheres, suspendendo às tetas  
Magras crianças, cujas bocas pretas  
Rega o sangue das mães:  
Outras moças, mas nuas e espantadas,  
No turbilhão de espectros arrastadas, 
Em ânsia e mágoa vãs! 

E ri-se a orquestra irônica, estridente... 
E da ronda fantástica a serpente  
Faz doudas espirais ... 
Se o velho arqueja, se no chão resvala,  
Ouvem-se gritos... o chicote estala. 
E voam mais e mais... 

Presa nos elos de uma só cadeia,  
A multidão faminta cambaleia, 
E chora e dança ali! 
Um de raiva delira, outro enlouquece,  
Outro, que martírios embrutece, 
Cantando, geme e ri! 

No entanto o capitão manda a manobra, 
E após fitando o céu que se desdobra, 
Tão puro sobre o mar, 
Diz do fumo entre os densos nevoeiros: 
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros! 
Fazei-os mais dançar!..." 

E ri-se a orquestra irônica, estridente. . . 
E da ronda fantástica a serpente 
          Faz doudas espirais... 
Qual um sonho dantesco as sombras voam!... 
Gritos, ais, maldições, preces ressoam! 
          E ri-se Satanás!...  
 

V

     
Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus! 
Se é loucura... se é verdade 
Tanto horror perante os céus?! 
Ó mar, por que não apagas 
Co'a esponja de tuas vagas 
De teu manto este borrão?... 
Astros! noites! tempestades! 
Rolai das imensidades! 
Varrei os mares, tufão! 

Quem são estes desgraçados 
Que não encontram em vós 
Mais que o rir calmo da turba 
Que excita a fúria do algoz? 
Quem são?   Se a estrela se cala, 
Se a vaga à pressa resvala 
Como um cúmplice fugaz, 
Perante a noite confusa... 
Dize-o tu, severa Musa, 
Musa libérrima, audaz!... 

São os filhos do deserto, 
Onde a terra esposa a luz. 
Onde vive em campo aberto 
A tribo dos homens nus... 
São os guerreiros ousados 
Que com os tigres mosqueados 
Combatem na solidão. 
Ontem simples, fortes, bravos. 
Hoje míseros escravos, 
Sem luz, sem ar, sem razão. . . 

São mulheres desgraçadas, 
Como Agar o foi também. 
Que sedentas, alquebradas, 
De longe... bem longe vêm... 
Trazendo com tíbios passos, 
Filhos e algemas nos braços, 
N'alma — lágrimas e fel... 
Como Agar sofrendo tanto, 
Que nem o leite de pranto 
Têm que dar para Ismael. 

Lá nas areias infindas, 
Das palmeiras no país, 
Nasceram crianças lindas, 
Viveram moças gentis... 
Passa um dia a caravana, 
Quando a virgem na cabana 
Cisma da noite nos véus ... 
... Adeus, ó choça do monte, 
... Adeus, palmeiras da fonte!... 
... Adeus, amores... adeus!... 

Depois, o areal extenso... 
Depois, o oceano de pó. 
Depois no horizonte imenso 
Desertos... desertos só... 
E a fome, o cansaço, a sede... 
Ai! quanto infeliz que cede, 
E cai p'ra não mais s'erguer!... 
Vaga um lugar na cadeia, 
Mas o chacal sobre a areia 
Acha um corpo que roer. 

Ontem a Serra Leoa, 
A guerra, a caça ao leão, 
O sono dormido à toa 
Sob as tendas d'amplidão! 
Hoje... o porão negro, fundo, 
Infecto, apertado, imundo, 
Tendo a peste por jaguar... 
E o sono sempre cortado 
Pelo arranco de um finado, 
E o baque de um corpo ao mar... 

Ontem plena liberdade, 
A vontade por poder... 
Hoje... cúm'lo de maldade, 
Nem são livres p'ra morrer. . 
Prende-os a mesma corrente 
— Férrea, lúgubre serpente — 
Nas roscas da escravidão. 
E assim zombando da morte, 
Dança a lúgubre coorte 
Ao som do açoute... Irrisão!... 

Senhor Deus dos desgraçados! 
Dizei-me vós, Senhor Deus, 
Se eu deliro... ou se é verdade 
Tanto horror perante os céus?!... 
Ó mar, por que não apagas 
Co'a esponja de tuas vagas 
Do teu manto este borrão? 
Astros! noites! tempestades! 
Rolai das imensidades! 
Varrei os mares, tufão! ... 
 

VI

        
Existe um povo que a bandeira empresta 
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!... 
E deixa-a transformar-se nessa festa 
Em manto impuro de bacante fria!... 
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta, 
Que impudente na gávea tripudia? 
Silêncio.  Musa... chora, e chora tanto 
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ... 

Auriverde pendão de minha terra, 
Que a brisa do Brasil beija e balança, 
Estandarte que a luz do sol encerra 
E as promessas divinas da esperança... 
Tu que, da liberdade após a guerra, 
Foste hasteado dos heróis na lança 
Antes te houvessem roto na batalha, 
Que servires a um povo de mortalha!... 

Fatalidade atroz que a mente esmaga! 
Extingue nesta hora o brigue imundo 
O trilho que Colombo abriu nas vagas, 
Como um íris no pélago profundo! 
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga 
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo! 
Andrada! arranca esse pendão dos ares! 
Colombo! fecha a porta dos teus mares!


 



Escrito por Clovão às 00h41
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Um Cidadão Comum

Torquato Neto



Sempre subindo a ladeira do nada,
Topar em pedras que nada revelam.
Levar às costas o fardo do ser
E ter certeza que não vai ser pago.

Sentir prazeres, dores, sentir medo,
Nada entender, querer saber tudo.
Cantar com voz bonita prá cachorro, 
Não ver "PERIGO" e afundar no caos.

Fumar, beber, amar, dormir sem sono,
Observar as horas impiedosas
Que passam carregando um bom pedaço
da vida, sem dar satisfações.

Amar o amargo e sonhar com doçuras
Saber que retornar não é possível
Sentir que um dia vai sentir saudades
Da ladeira, do fardo, das pedradas.

Por fim, de um só salto,
Transpor de vez o paredão.


Rio 9.8.62







Escrito por Clovão às 21h49
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"SEATTLE"

Boa Noite,hoje vou falar sobre uma paixão minha ,a cidade de Seattle,infelizmente nunca sai do Brasil,mais quando tiver condição uma dos meus roteiros será Seattle,terra de Hendrix,do movimento Grunge,do seriado “Grey’s Anatomy” (que sou fã,rsrsrs)tem duas musicas que adoro sobre Seattle,”Aurora de “Foo Figthers”,Aurora e uma avenida que corta a cidade dos bairros chics ao subúrbio onde Kurt Cobain

adorava ficar,mesmo depois de rico,ele adorava os hotéis vagabundos do subúrbio dessa  Avenida “VC sai da favela,mais a Favela nunca sai de vc”,nessa avenida vc tem dês das lojas de griffe e concessionárias de autos de luxo,  ate Botecos,prostitutas,traficantes e viciados.A outra canção e “Seattle” do P.I.L,que na sua tradução me lembre muito “Nação Zumbi...” A cidade não pára, a cidade só cresce. O de cima sobe e o de baixo desce" na letra do P.I.L ele diz algo assim "Feliz por ter a miséria 
Que Esta vida mortal pode trazer pra mim
Não gosto da aparência da cidade velha 
O que sobe tem que descer 
O caráter é de achados e perdidos"

Veja esse clip do P.I.L aqui  http://www.youtube.com/watch?v=NweRE8aeFKQ

 Seattle é a maior cidade do estado americano de Washington,não é a capital do estado (a capital é Olympia). Seattle é um grande centro financeiro, comercial, industrial e turistico 



Escrito por Clovão às 20h56
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Boa Tarde, a poucos dias assisti um musical que me deixo fascinado ,nunca gostei de musicais,mais esse foi muito bem feito uma visão meio rebelde de Beatles que ficou muito bem filmada "Across the Universe" EUA 2007 musical com canções dos Beatles dirigido por Julie Taymor. de Frida.O filme retrata os anos 60, com suas lutas, guerras e paixões, ambientando toda uma época através da obra dos Beatles. O elenco tem jovens talentos que interpretam e cantam, como o do inglês Jim Sturgess, a americana Evan Rachel Wood e o também inglês Joe Anderson. O filme também conta com algumas participações especiais de Bono do U2 ,Joe Cocker e Salma Hayek. A diretora também revelou que havia a hipótese de chamar Ringo e Paul para interpretar algumas cenas no filme. "Ringo teria que fazer um bêbado pulando sobre um monte de lixo enquanto canta. E Paul teria que cantar 'Hey Jude'. Mas eles não quiseram, não queiram ficar em evidência. Além disso, seria arriscado para o filme se aparecessem dois Beatles verdadeiros assim de repente". O filme começa em Liverpool, de onde o inglês Jude (Jim Sturgess) decide partir para os EUA em busca de seu Pai. Lá, ele conhece um estudante rebelde, e se apaixona por sua irma (Evan Rachel Wood). Esta por sua vez, acaba envolvendo com emergentes movimentos de contra-cultura, da psicodelia aos protestos contra a guerra do Vietnã. Em meio às turbulências da época, Jude e Lucy vão passar por situações que colocam sua paixão em choque.


 

A CANÇÃO

 

Evolava no ar 
os acordes,
 
e em mim, 
emoções... 

Oníricos instantes, 
devaneios, magias, 
viajava, girava, 
mente distante 
naquela canção 

carícias, 
aragens finas, 
beijo leve, 
um sopro 

música suave 
doce ninava

feliz criança  

embalada em mim ...

EDILOY A C FERRARO
20/06/2009

 

 



Escrito por Clovão às 17h23
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Mr. Pastorius

Bom dia hoje vou falar um pouco de um cara que virei fã,já tinha ouvido falar dele mais particularmente nunca tinha ouvido,não que me lembre,Jacó Pastorius,vi alguns vídeos e ouviu algumas coisas realmente fantásticas,o cara e realmente fora de serie,pena que como todo gênio era pinel e se foi cedo demais,nesse vídeo ele toca com a banda Weather Report – O clássico “Birdland”,alias essa banda Weather Report e um marco do Jazz,nas sua formações teve participações de verdadeiros gênios da musica,nesse formação ai tem Wayne Shorter e Joe Zawinul,em uma de suas formações teve o Brasileiro Airto Moreira.

 ...Abaixo um poema de outra pinel “Florbela Espanca”

 Jaco Pastorius (John Francis Anthony Pastorius III,1951-1987) foi um baixista  de jazz norte-americano. É considerado por muitos como um dos mais influentes baixistas de todos os tempos.John Francis Anthony Pastorius III veio ao mundo no primeiro dia de Dezembro do ano de 1951.Primeiro dos três filhos do casal John Francis Pastorius II, que era baterista e Stephanie Katherine Haapala, nasceu na verdade, ao contrário do que se divulga, no estado da Pensilvânia.

Ainda muito jovem, entretanto, mudou-se para Fort Lauderdale, na Florida. Entre outras curiosidades não muito conhecidas, Pastorius foi coroinha no Colégio Católico St. Clement, em Wilton Manors, cidade próxima de Fort Lauderdale, dentro do condado de Broward.

O apelido "Jaco" tem origem em sua ligação com o esporte. Como o apelido de seu pai era Jack, começaram a chamá-lo de Jacko, em referência ao lendário jogador de beisebol, Jocko Colon. Quando o pianista francês Alex Darqui escreveu um recado para Pastorius, utilizou a grafia JACO. Pastorius gostou então dessa forma de soletrar seu apelido e adotou a partir de então: Jaco.

O trágico fim de John Francis Anthony Pastorius III inicia-se em 11 de Setembro de 1987. Após um show de Carlos Santana, se dirige ao Midnight Bottle Club, em Wilton Manors, Florida. Após ter um comportamento exibicionista e arrogante, entra em uma briga com o gerente do clube, chamado Luc Havan. Como resultado da briga, sofre traumatismo craniano e entra em coma por dez dias. Depois que os aparelhos foram retirados, seu coração ainda bateu por três horas. A morte do mais ilustre contrabaixista de todos os tempos data de 21 de setembro de 1987, aos 36 anos e dez semanas. Foi enterrado no cemitério Queen of Heaven, em North Lauderdale.

Mas o legado de Jaco perdura por gerações, e será assim para sempre. Uma das maiores homenagens prestadas a ele, foi registrada pelo lendário trompetista Miles Davis,que gravou a música “Mr. Pastorius”, composição do baixista Marcus Miller,lançada no álbum Amandla.


 

 

 

Alvorecer

A noite empalidece.Alvorecer…
Ouve-se mais o gargalhar da fonte…
Sobre a cidade muda, o horizonte
É uma orquídea estranha a florescer.

Há andorinhas prontas a dizer
A missa d´alva, mal o sol desponte.
Gritos de galos soam monte em monte
Numa intensa alegria de viver.

Passos ao longe…um vulto que se esvai…
Em cada sombra Colombina trai…
Anda o silêncio em volta a q´rer falar…

E o luar que desmaia, macerado,
Lembra, pálido, tonto, esfarrapado,
Um Pierrot, todo branco, a soluçar…

Florbela Espanca A mensageira das violetas



Escrito por Clovão às 11h05
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  •  

      O Fado me lembra Blues, me lembra Pessoa, me lembra Saudade, Saudade de um lugar que nunca estive....


                

      Pessoa
      INTERVALO


  • Quem te disse ao ouvido esse segredo
    Que raras deusas têm escutado -
    Aquele amor cheio de crença e medo
    Que é verdadeiro só se é segredado?...
    Quem te disse tão cedo?

    Não fui eu, que te não ousei dizê-lo.
    Não foi um outro, porque não sabia.
    Mas quem roçou da testa teu cabelo
    E te disse ao ouvido o que sentia?
    Seria alguém, seria?

    Ou foi só que o sonhaste e eu te o sonhei?
    Foi só qualquer ciúme meu de ti
    Que o supôs dito, porque o não direi,
    Que o supôs feito, porque o só fingi
    Em sonhos que nem sei?

    Seja o que for, quem foi que levemente,
    A teu ouvido vagamente atento,
    Te falou desse amor em mim presente
    Mas que não passa do meu pensamento
    Que anseia e que não sente?

    Foi um desejo que, sem corpo ou boca,
    A teus ouvidos de eu sonhar-te disse
    A frase eterna, imerecida e louca -
    A que as deusas esperam da ledice
    Com que o Olimpo se apouca.


    Fernando Pessoa

 



Escrito por Clovão às 23h45
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Boa Noite pessoal,hoje passando por uma banca de DVD’S vi a capa do filme “Déjà vu”, com Denzel Washington e Val Kilmer de 2006,um filme que ainda não vi,mais tenho curiosidade.Déjà vu explica a Psicologia que  é uma reação psicológica, para por vezes tornar um local mais acolhedor, fazendo com que sejam transmitidas idéias de que já se teve naquele lugar,mais isso pode ser bem estranho,no meu caso por exemplo,como explicar o fato de eu que sou motorista entrar em cidades que nunca estive antes e saber andar perfeitamente dentro delas,com lugares muitas vezes muito mais muito mesmo familiares,outra coisa que me intriga e o fato de você não conhecer determinada pessoa,e no momento que e apresentado a ela,se sentir super bem e parecer conhecer essa pessoa a anos,ou também ter um grande apatia sem nem conversar com a pessoa,e o amor a primeira vista,será que existe mesmo reencarnação???Outro filme que me lembro com uma historia fantástica e “Em algum lugar do passado” (Somewhere in Time)1980 com Christopher Reeve e Jane Seymour,o fato dele voltar no tempo por ter se apaixonado por um retrato antigo,uma coisa bem surreal,mais que foi muito bem escrita e filmada,apesar do Christopher Reeve ser craque nisso em “Superman” ele também volta no tempo,para salvar a amada...“Quem dera o super homem Venha nos restituir a glória Mudando como um Deus, o curso da história Por causa da mulher” Gilbert Gil

Vou colocar um poema de Affonso Primo,que de certa forma fala sobre isso “Quando fui outro”,e coloco um vídeo de Caetano Veloso,que também já foi outro... Bem melhor,rsrsrs,Ele canta nesse vídeo “Nega Maluca”,”Billie Jean” e “Eleanor Rigby”,cantando Beatles eu acho ele muito bom ,no LP Qualquer Coisa onde canta “For No One”,”Lady Madona”,Let it be e “Eleanor Rigby” e no LP Joiá  onde canta “Help” ambos LP’s de 1975 a capa de Qualquer coisa foi uma paráfrase á do álbum Let it be, do grupo inglês,eu particularmente conheci Beatles atraves desses LP's,abraços

 

 

 Quando eu fui outro

Volta, perpetua o momento qualquer
Lembrar, o que deve ser esquecido
Quando eu fui outro
Será que te encontrei por aí
Mistério, Paixão
Te olho no fundo dos olhos
Procuro tua alma
Pergunto, me viu alguma vez
Gritou meu nome na multidão
ou sussurrou no meu ouvido
Fizemos amor?
Quando eu fui outro
Eras outra também
Vestia outro vestido
Falava outra lingua
Acho que lembro
do laço no seu cabelo
Hoje te encontro
Te chamo, grito, falo baixinho
Sussurro
Mas ainda me pergunto
Sempre
Quando eu fui outro
Onde estava você?

Affonso Primo


Escrito por Clovão às 19h59
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27


A ideia de morrer talvez trinta anos mais tarde não estraga as alegrias de um homem. Trinta anos, três dias... é uma questão de perspectiva.
(Saint-Exupéry, Terra dos Homens)

Bom dia Pessoal,achei essa matéria bem curiosa e interessante no R7,sobre a morte aos "27" no mundo  da musica, Esse mito é tão marcante e existe no meio do rock há tanto tempo que até escreveram um livro sobre isso nos Estados Unidos. É The 27’s - The Greatest Myth Of Rock & Roll, de Eric Segalstad e Josh Hunter. Ainda não existe versão em português. Mais de 40 roqueiros famosos foram dessa para a melhor com essa idade. Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison (dos Doors) e Kurt Cobain são apenas alguns deles. Peixes graúdos do velho e bom rock and roll. Os caras vão fundo no assunto e falam sobre os artistas, suas carreiras e também sobre por que morreram tão cedo. O visual do livro é lindo e lembra o das histórias em quadrinhos modernas, com diagramação ousada e bem colorida.Tudo teria começado em 1938 com a morte do blueseiro Robert Johnson, que muitos consideram o avô do rock. Sua música voltou a ser ouvida nos anos 60 e influenciou roqueiros que também morreram aos 27, como Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrison.No Brasil pelo que andei olhando aqui na internet,Noel Rosa morreu com 27 anos,Coloco um poema de Vinicius sobre a morte.

Janis Joplin (19/1/1943 - 4/10/1970) 

A eterna rainha do blues rock lançou maravilhas como Cheap Thrills (1968) e Pearl (1971). No palco, a cantora americana arrasava, deixando a plateia com o queixo caído. Seu temperamento era bem difícil. Foi vítima de uma overdose acidental, quando estava no final das sessões de gravação de Pearl. Cantava muito! Sua voz vinha do fundo da alma. 

Jim Morrison (8/12/1943 - 3/7/1971) 

Um dos grandes poetas do rock e totalmente imprevisível: era capaz de fazer shows maravilhosos ou horríveis, conforme o seu humor. The Doors (1967), Strange Days (1967) e L.A. Woman (1971) são alguns de seus melhores discos com os Doors. Era considerado o grande símbolo sexual do rock, nos anos 60, o que o irritava. Tinha um vozeirão. Vítima de overdose acidental. 

Jimi Hendrix (27/11/1942 - 18/9/1970) 

Ainda hoje considerado o maior guitarrista da história do rock, gravou discos espetaculares, como Axis Bold As Love (1967) e Electric Ladyland (1968). No palco, ele pôs até fogo na guitarra, e de verdade! Usava drogas e bebia como se não houvesse amanhã. Morreu sufocado no próprio vômito, após uma mistura de comprimidos e bebidas alcoólicas. 

Brian Jones (28/2/1942 - 3/7/1969) 

O guitarrista criou e deu o nome a uma banda lendária, The Rolling Stones. O grande músico acabou mergulhando nas drogas e sendo mandado embora do próprio grupo por Mick Jagger. Foi encontrado morto em sua piscina, afogado, apenas um dia depois de ser demitido. Tem gente que até hoje acha que ele foi assassinado. Jones foi o primeiro roqueiro famoso a morrer com 27 anos. 

Kurt Cobain (20/2/1967 - 5/4/1994) 

O maior mito do rock nos anos 90. Cantor, compositor, guitarrista e líder do grupo americano Nirvana, que lançou os brilhantes Nevermind (1991) e In Utero (1993). Não soube lidar com o sucesso, e seu fim foi trágico: estourou os miolos em sua própria casa. Fez shows cheios de altos e baixos no Brasil com o Nirvana em janeiro de 1993, e até gravou em um estúdio carioca. 


Richey Street (22/12/1967 - 14/2/1995) 

Ele era o letrista e o guitarrista base dos Manic Street Preachers, uma das principais bandas inglesas da década de 90. Intelectual e doidão, chegou a usar uma camiseta com a frase “kill yourself” (mate-se, suicide-se). Um dia antes de a banda viajar para os Estados Unidos, ele simplesmente sumiu. Do nada. E nunca mais foi encontrado. 

Robert Johnson (8/5/1911 - 16/8/1938) 

O cantor, compositor e violonista americano é considerado o legítimo avô do rock and roll. Reza a lenda que ele teria vendido a alma para o capeta para se tornar um excelente violonista, cantor e compositor, e que morreu tão cedo justamente por causa disso. Teria o diabo vindo cobrar a dívida? Oficialmente, foi vítima de envenenamento. Ídolo de Eric Clapton e inúmeros outros roqueiros famosos. 

Alan "Blind Owl" Wilson (4/7/1943 - 3/9/1970) 

O Cannet Heat foi uma das principais bandas de blues rock americanas dos anos 60, e Alan era seu guitarrista. O cara sabia tudo de blues, e conhecia a obra de cada grande nome do gênero. Future Blues (1968), melhor disco do grupo, teve grande participação de Alan. Ele foi encontrado morto pelos colegas de banda, vítima da mistura de duas garrafas de gin com comprimidos. 

Kristen Pfaff (26/5/1967 - 16/6/1994) 

Kristen Pfaff tocou baixo com o Hole, banda liderada por Courtney Love, a mulher de Kurt Cobain. Ela entrou no grupo e participou de seu disco mais vendido, Life Through This (1994). Reza a lenda que a moça teria tido um rápido caso com Kurt. Em trágica coincidência, Kristen também foi encontrada morta, vítima de overdose, e também aos 27 anos de idade, dois meses depois de Cobain. 


Gary Thain (15/5/1948-8/12/1975) 

O baixista inglês é até hoje considerado um dos melhores da história do heavy metal, e viveu seus anos de ouro como integrante do Uriah Heep, participando de CDs como Demons And Wizards (1972). A coisa ficou feia para ele a partir de setembro de 1974, quando foi eletrocutado em cena. Conseguiu sair vivo, mas sua vida nunca mais foi a mesma. Foi demitido do Uriah Heep e, deprimido, morreu de overdose. 

Ron "Pigpen" Mckernan (8/9/1945-8/3/1973) 

McKernan era tecladista do Grateful Dead, uma das bandas mais malucas e experimentais da geração hippie. Ele era quem mais aparecia nos shows, pois sabia prender a atenção do público. Infelizmente, também bebia como se não houvesse amanhã, e morreu vítima de uma hemorragia gastrointestinal, que ganhou ao encher tanto a cara. 

Pete Ham (27/4/1947-24/4/1975) 

Cantor, compositor e guitarrista do grupo inglês Badfinger, que soube como poucos se valer da influência dos Beatles e lançou trabalhos maravilhosos como Straight Up (1971) e Wish You Were Here (1975). Seu rock era melódico e contagiante, uma delícia de se ouvir. Sacaneado pelo empresário, ficou desesperado e em situação financeira lamentável. Acabou se suicidando. 

Chris Bell (12/1/1951-27/12/1978) 

O cantor, compositor e guitarrista americano era outro que aproveitou muito bem as influências dos Beatles. Ao lado do cantor, compositor e músico Alex Chilton, integrou a banda Big Star, que vendeu poucos discos mas influenciou inúmeros outros grupos de rock, como R.E.M. e Oasis. A falta de sucesso comercial lhe rendeu forte depressão. Morreu vítima de um acidente de carro. 

D Boon (1/4/1958-22/12/1985) 

O cantor, compositor e guitarrista americano liderou o Minutemen, que não vendeu muitos discos, mas que era adorado pelos outros músicos. Ele ficou na posição de número 89 entre os melhores guitarristas de todos os tempos, em votação feita pela revista americana Rolling Stone. D Boon morreu em um acidente de carro, no qual não estava usando o cinto de segurança. 

Pete de Freitas (2/8/1961-14/6/1989) 

Pete de Freitas foi considerado um dos melhores bateristas do rock dos anos 80, e tocava com o Echo & The Bunnymen. Esteve com a banda quando eles tocaram no Brasil pela primeira vez, em 1987, em shows antológicos. Participou de discos ótimos, entre eles Ocean Rain (1984) e Echo & The Bunnymen (1987). Morreu em um acidente de moto.

"A Morte"

A morte vem de longe

Do fundo dos céus

Vem para os meus olhos

Virá para os teus

Desce das estrelas

Das brancas estrelas

As loucas estrelas

Trânsfugas de Deus

Chega impressentida

Nunca inesperada

Ela que é na vida

A grande esperada !

A desesperada

Do amor fratricida

Dos homens, ai! dos homens

Que matam a morte

Por medo da vida.

Vinicius de Moraes

 

 Mudando de assunto coloco um vídeo do "ZZ Top",que toca no Brasil em Dezembro,mês de meu aniversário,ver esse Show vai ser meu presente de aniversário e de Natal,abraços...



Escrito por Clovão às 09h26
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Bom dia pessoal, hoje coloco pra vcs verem, ”Joe Bonamassa” o novo menino de ouro do Blues, Bluseiro com nome de mafioso Italiano, vale conferir o Rapaz e porreta mesmo ,esse Show e no  North Sea Jazz Festival, em Roterdã Holanda , Um dos maiores festivais de jazz do mundo,e também um  poema da Gaucha Martha Medeiros , Abraços...


O Que calei

 

De mim, que tanto falam
Quero que reste o que calei
Que tanto rezam por mim
Quero que fique o que pequei
De mim, que tanto sabem
Quero que saibam que não sei...

 Martha Medeiros

 



Escrito por Clovão às 10h29
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Boas pessoal,recebi um belo poema do meu amigo-irmão Alceu por E-mail,Poema de Affonso Primo,sobre os pensamentos de John Donne (1572 – 31 de março de 1631) foi um poeta jacobino inglês, pregador e o maior representante dos poetas metafísicos da época. Sua obra é notável por seu estilo sensual e realista, incluindo-se sonetos, poesia amorosa, poemas religiosos, traduções do latimepigramaselegias, canções, sátiras e sermões. Sua poesia é célebre por sua linguagem vibrante e metáfora engenhosa, especialmente quando comparada à poesia de seus contemporâneos.nesse poema ele cita também  "The Long and Winding Road" Para mim uma das canções mais belas do Beatles...Abraços a todos

John Donne Revisited

E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por
ti”. John Donne (1572-1631)


por Affonso Primo

Dobram os sinos, não escuto
Minha alma divaga, pensa em tudo
Passo pelas cidades, luzes ao longe
Ruas entrecortadas, postes mal iluminados
E quem se importa
Olhar indiferente, vou me preocupar com o mundo?
Só faltava esta
Tanta tanta gente
Beijando, amando, matando
Rezando para um deus que não vem
Dobram-se os sinos, escuto-os ao longe
Insensível, impassível, mas escuto
Deixo me levar
Nunca parei de verdade para escutar
Nunca parei de fato para perguntar
Nunca parei
Mas sei que um dia vão dobrar
Todo dia, um dia, toda hora
E assim como eu poucos vão chorar
Nem sei se mereço seu pranto
Vocês sabem meu desejo
Celebrem
Este disco é para ouvir em alto volume
The Long and Winding Road
Bebam Vinho
Eu estarei lá
Surdo, mudo, impassível
Sei lá
Esperando o desconhecido
Esperando o que não acredito
Paraíso, inferno... juízo
Esperando
Dobraram-se os sinos
Foram os meus
Não escuto, silêncio por favor.

 



Escrito por Clovão às 13h01
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Sammy Hagar, Michael Anthony, Satriani e Chad Smith lançam álbum 


Reprodução

 

O super-grupo formado pelo vocalista Sammy Hagar, pelo baixista Michael Anthony (ambos ex-Van Halen), pelo guitarrista Joe Satriani e pelo baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) lançarám o primeiro álbum no dia 05 de junho. A banda foi batizada como Chickenfoot, mesmo nome dado ao álbum de estréia.

Os integrantes disseram que a formação do grupo foi quase “por acidente”, já que eles se encontraram várias vezes para sessões de improvisação no bar Cabo Wabo Cantina, no México. Este bar é de propriedade de Hagar.

Após o lançamento do disco a banda fará uma turnê pela Europa. Já estão agendadas sete apresentações. O álbum “Chickenfoot” trará 11 faixas. No site oficial é possível ouvir duas músicas. O endereço é www.chickenfoot.us. A capa trará uma novidade, sendo sensível ao toque. O desenho da arte só aparecerá com o contato das mãos na superfície. Confira o repertório do álbum:

01. Avenida Revolution
02. Soap On A Rope
03. Sexy Little Thing
04. Oh Yeah
05. Runnin’ Out
06. Get It Up
07. Down the Drain
08. My Kinda Girl
09. Learning To Fall
10. Turnin’ Left
11. Future In The Past

 

Um poema punk (foto-poema de Latuff)

Um poema punk (foto-poema de Latuff)



Escrito por Clovão às 18h06
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